Ter o próprio utilitário não custa só o preço de compra. Ele cobra IPVA, licenciamento, seguro, manutenção, pneus e desvalorização todos os meses, mesmo nos meses em que o veículo fica parado. É essa parte fixa que costuma ser esquecida na conta.
O que compõe o custo de manter um utilitário
- Parcela ou valor de compra: entra no caixa desde o primeiro mês e compromete capital que poderia estar na operação;
- IPVA e licenciamento: obrigatórios todo ano, com valor que varia conforme o estado e o modelo;
- Seguro: depende do perfil de uso, da região e do veículo, e muda de preço a cada renovação;
- Manutenção preventiva: revisões programadas por quilometragem, com troca de óleo, filtros, correias e freios;
- Manutenção corretiva: é a parcela imprevisível, e a que mais pesa quando o veículo é usado em trabalho pesado;
- Pneus: consumo proporcional à carga transportada e ao tipo de rua por onde o veículo circula;
- Combustível: cresce junto com a distância e com o peso da carga;
- Desvalorização: o utilitário perde valor a cada ano, e essa perda aparece na hora da revenda.
Como os valores de IPVA, seguro e manutenção variam por estado, modelo e perfil de uso, a conta exata só fecha com a cotação do seu caso. O que dá para afirmar sem erro é a natureza do custo: ele é fixo e contínuo, e não acompanha o volume de trabalho.
O custo invisível: o dia parado
Quando o veículo próprio está na oficina, o serviço do dia não acontece e o prejuízo vai além da peça. Em locação, o veículo é substituído e a operação continua. Esse ponto costuma valer mais do que a diferença de preço entre as duas opções para quem vive de atendimento e entrega.
A conta justa entre ter e alugar
- Some todos os custos fixos do ano e divida por doze, para chegar ao custo mensal de manter o veículo parado na garagem.
- Some o combustível e a manutenção variável referentes aos quilômetros que você realmente roda.
- Divida o total pelos dias em que o veículo é usado no mês. Esse é o seu custo por dia de trabalho.
- Compare com o valor da locação mensal, e relembre que nela o seguro e a manutenção já estão incluídos.
Em rotinas de uso intenso e diário, o veículo próprio pode compensar. Em uso intermitente, com semanas de pouco serviço, a locação costuma ganhar com folga, porque você paga apenas pelo período contratado.
Na Locatruck, a locação semanal e a mensal existem exatamente para esse perfil de uso, com seguro incluído, manutenção por conta da locadora e retirada na sede, na Vila Maria, Zona Norte de São Paulo. Os valores publicados por veículo estão no catálogo de utilitários em São Paulo.
Quanto custa manter um utilitário próprio por mês?
Depende do modelo, do estado, do seguro contratado e da quilometragem. A conta reúne parcela, IPVA, licenciamento, seguro, manutenção, pneus, combustível e desvalorização. Por isso a comparação correta é feita com a cotação do seu caso.
Quais custos continuam mesmo com o veículo parado?
Parcela ou capital investido, IPVA, licenciamento, seguro e a desvalorização. São custos fixos e não acompanham o volume de trabalho do mês.
Alugar sai mais barato do que comprar?
Depende do uso. Em uso intenso e diário, o veículo próprio pode compensar. Em uso intermitente, a locação tende a compensar porque não há custo fixo nos períodos sem serviço.
O que está incluído na locação mensal?
Seguro na locação, manutenção por conta da locadora e veículo conduzido com CNH B, com retirada na sede da Locatruck em São Paulo.
O veículo próprio parado na oficina gera prejuízo?
Sim. Além do custo do reparo, o serviço do dia deixa de acontecer. Na locação, o veículo é substituído e a operação não para.
Leia também
- Catálogo de utilitários para locação em São Paulo
- Utilitário para empresa: alugar ou comprar?
- Locação mensal de utilitário: quando compensa
- Custo mensal de alugar uma Kombi para autônomo
Quer comparar com um valor de locação para a sua rotina? Fale com a Locatruck, na Vila Maria, Zona Norte de São Paulo. (11) 99995-0689






